Manual  

   
   
   
Para o transporte de animais, o passageiro deve consultar previamente a empresa aérea.
 
É permitido, na cabine de passageiros, o transporte de cão treinado para conduzir deficiente visual ou auditivo. O passageiro deve apresentar atestado de saúde do animal, fornecido pela Secretaria de Agricultura Estadual, pelo Posto do Departamento de Defesa Animal ou por médico veterinário. Pode ser pedida uma prova da invalidez. Se você estiver viajando para um país estrangeiro, tenha certeza de verificar as leis locais, já  que alguns países restringem a viagem de animais e não trata como exceção os animais de serviço.
 
Todas as cias. aéreas deixarão, no máximo, que você viaje com um animal doméstico (cães e gatos) na parte pressurizada da cabine (para evitar trocas de latidos). O animal deve estar sedado e ficar em uma caixa de viagem que caiba sob o assento à sua frente e que não acarretem desconforto para os demais passageiros. (Se o cão for pequeno, tente conseguir uma caixa que caiba sob o assento. Assim, você pode observá-lo). Do contrário, o cão/gato viajará na  área de animais de estimação dentro da seção de bagagem, e você não o verá até o fim do vôo. Esta área é pressurizada, mas pode não estar aquecida/resfriada.
 
O transporte de animais domésticos é possível, desde que sejam atendidas as seguintes exigências:
  • fornecimento de atestado de sanidade animal obtido junto a Secretaria Estadual de Agricultura ou em posto de departamento de defesa animal;
  • tenha a GTA (Guia de Transporte de Animais) para animais domésticos. Esta guia tem validade por 7 dias, para apenas um sentido da viagem;
  • receita de médico veterinário, indicando a quantidade de tranqüilizante ministrada ao animal e quanto tempo antes do vôo, quando para transporte na cabine de passageiros;
  • Apresente o comprovante de vacinação anti-rábica para animais com idade acima de quatro meses, com o nome do laboratório produtor e número de partida da vacina. A vacina deve ter sido aplicada num período mínimo de 30 dias e máximo de um ano, antes da viagem.
  • solicitação de reserva com antecipação de no mínimo 48 horas;
  • embalagem adequada ao tipo e tamanho do animal.
Pegue vôos diretos, já  que a área de animais pode ficar bem quente enquanto a aeronave estiver no solo. Gatos podem viajar em uma caixa que caiba sob o assento à sua frente, sendo um gato por cada caixa, exceto no caso de filhotes. A maioria das cias. aéreas permitirá  no máximo três gatos na cabine principal, com um número suficiente de fileiras separando-os. Algumas cias. cobrarão uma taxa extra para pequenos cães ou gatos.
 
Seu animal deverá estar limpo, saudável e sem odor desagradável e a sua caixa deve ser fornecida por você e à prova de fuga ou qualquer tipo de vazamento.
 
Fêmeas grávidas não serão aceitas pelas cias. aéreas.
 
Se você deixar que seu gato saia da caixa, tenha certeza de cuidar dele com cuidado. A maioria dos gatos tende a correr, quando está  em lugar diferente do de costume.
 
No Brasil, o transporte aéreo de animais silvestres é feito mediante apresentação de guia do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis) e dos documentos citados acima.
 
 
O QUE O BRASIL EXIGE DOS ANIMAIS ESTRANGEIROS
 

1. Certificado de que o animal não sofre de raiva.

2. Guia do GTA (guia de transporte animal), fornecido pelo Ministério da Agricultura do país de origem.

3. Atestado que o animal não tem doença infectocontagiosa.

4. Aprovação de todos os documentos pelo consulado.

5. Autorização prévia do Ministério da Agricultura e do Ibama para o embarque.

6. Verificar se o animal é classificado como selvagem pelo Ibama. Se sim, não pode entrar no país.

   
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